Aprendendo com os erros: 5 empresas que faliram por não apostarem em inovação

Por que é importante entender onde erraram para não fazer igual.

Temos visto que a transformação digital é um caminho sem volta, e que não é algo que acontece de forma passiva nas empresas: é preciso que haja um esforço de inovar e se manter em movimento para acompanhar a marcha dos acontecimentos. Ninguém sabe exatamente onde esta transformação irá nos levar, mas uma coisa é certa, se você não fizer, o seu concorrente vai fazer e vai chegar lá antes de você.

Apesar do impulso de transformação ter sido alavancado pela pandemia, a necessidade de fazer diferente tem sido decisiva para o crescimento e derrocada de grandes marcas há muitas décadas. Há inúmeros exemplos de empresas que fecharam as portas por não terem aproveitado oportunidades, por terem se acomodado, ou por uma má gestão da mudança. E isso não acontece apenas com gigantes do mercado: segundo o IBGE, de cada 10 empresas abertas, 6 fecham antes de completar cinco anos.

As razões que levam empresas a fecharem as portas são muitas, e no post de hoje vamos fazer uma retrospectiva de empresas que viram seu grande império ruir por não apostarem na inovação em seus negócios. Alguns desses casos, com certeza, você já conhece (ou deve lembrar). Continue lendo!

BLOCKBUSTER

Quem viveu os anos 90 com certeza tem alguma memória de ir à Blockbuster alugar um filme ou vídeo game. A Blockbuster era uma gigante do segmento e mesmo assim, morreu em pouquíssimos anos, quase de maneira surreal.

O que aconteceu foi o surgimento dos serviços de streaming por demanda, como Netflix e Net Now, que surgiram rapidamente e logo caíram no gosto da clientela fiel. A Blockbuster ainda teve sua chance de comprar a Netflix em 2000, mas preferiu focar seus esforços em se tornar uma grande varejista. Como sabemos, não deu certo, pois as pessoas simplesmente pararam de visitar suas lojas para alugar DVDs. A empresa faliu oficialmente em 2013, e atualmente só há uma loja aberta no mundo, na cidade de Bent (Oregon), por puro saudosismo (e porque o dono não precisa pagar aluguel).

YAHOO!

Hoje em dia talvez você nem lembre mais, mas em 2005 o Yahoo! era o maior portal de internet do mundo, chegando a valer US$ 125 bilhões. Pouco mais de 10 anos depois, a empresa foi vendida por modestos US$ 4,8 bilhões, uma pequena fração dos US$ 44,6 bilhões oferecidos pela Microsoft em 2008, quando a empresa já estava em crise.

Especialistas avaliam que a empresa se posicionou mal, escolhendo permanecer como um portal de mídia, em vez de inovar como um portal de pesquisa. Pasme: a empresa teve a oportunidade de comprar o Google por meros US$1 milhão quando ainda era uma startup, mas preferiram não arriscar. Quando perceberam, já era tarde demais.

MYSPACE

Primeira grande rede social dos EUA, hoje o MySpace é só uma lembrança para seus antigos usuários. A plataforma ganhou fôlego com a ideia de que pessoas de todo mundo podiam se conectar, trocando fotos e outros tipos de mídia. Deu certo por muito tempo, mas com pouca inovação.

O Facebook surgiu de repente e rapidamente tomou a clientela do MySpace, oferecendo sempre novas funcionalidades e formas diferentes de se conectar, desbancando a rede veterana, que logo foi vendida para um grupo gigante. Hoje em dia, o Facebook vale mais de US$ 400 bilhões e é uma das empresas mais promissoras do mundo.

AMERICA ONLINE (AOL)

Quem não se lembra daquele som esquisito que o computador fazia quando se conectava com a internet discada da AOL? Nos anos 90, o portal era um dos poucos que forneciam internet, e a sua plataforma de mensagens, o Instant Messenger, era a melhor do segmento quando foi lançada.

Seu declínio começou com o lançamento do Messenger, da Microsoft, e ficou ainda pior com a popularização da internet de banda larga. Houve uma tentativa de fusão com a Time Warner em 2000, que se tornou uma das maiores furadas do século XXI: US$ 350 bilhões. Ainda houve tentativas de se reerguer depois do fracasso, mas a empresa não aguentou o baque. Foi vendida em 2015 para a Verizon Communications.

KODAK

Na década de 70, a Kodak dominava 80% das vendas de câmeras e 90% de filmes fotográficos, e foi líder do mercado de fotografia analógica por muitos e muitos anos. Mas a empresa acabou ficando para trás. O mais curioso é que foi ela mesma quem inventou a tecnologia que acabaria desbancando: as máquinas digitais.

Achando que essa invenção iria atrapalhar a venda de filmes, acabou deixando a ideia de lado. Alguns anos depois, as máquinas digitais voltaram com tudo (de outras empresas, é claro) e quebraram a Kodak. A companhia faliu em 2012, e apesar de ter voltado ao mercado, já não tem o mesmo peso de antes.

Estes são apenas alguns exemplos de empresas que perderam muitas oportunidades pois não tiveram a capacidade de ver o futuro à sua frente e inovar, vindo mesmo a desaparecer do mercado. A transformação digital continua acontecendo e de forma cada vez mais acelerada. Você já se perguntou o quanto a sua empresa está perdendo por não inovar?


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Marcelo Guerra
CEO da Myfc, desenvolvedora do Billimatic e do Rexpense